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VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?

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Todo trabalho do homem é para a sua boca; e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite. Eclesiastes 6:7

Quando Deus criou o homem, Ele o criou como um ser tricotômico, ou seja, com corpo, alma e espírito. Ao colocá-lo no jardim do Éden, o SENHOR disse a Adão que ele poderia comer livremente de qualquer árvore, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal porque, no dia em que dela comesse, certamente morreria. Como todos sabem, Adão escolheu desobedecer a determinação que Deus expressamente havia dado e, tomando do fruto, o comeu.

Apesar da Bíblia relatar que Adão tenha vivido por 930 anos, sabemos que, naquele mesmo dia em que pecou, certamente ele morreu, porque o próprio Deus havia dito que assim seria, e Deus não mente. O que aconteceu com Adão foi que, apesar de continuar com seu corpo e com sua alma vivos por muitos anos, o seu espírito morreu naquele mesmo instante em que pecou.

Depois de sua morte espiritual Adão se tornou então aquilo que a Palavra de Deus chama de homem natural: um homem com corpo e com alma, mas com o espírito morto. Se levarmos em consideração que Deus é espírito, chegamos à conclusão de que o homem se tornou uma criatura totalmente desconectada do Criador. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, por que lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 1Coríntios 2:14.

Toda essa história com Adão aconteceu há mais de 6.000 anos e, diante disso, muitos costumam perguntar: O que eu tenho a ver com isso? Ao que a própria Palavra de Deus responde: Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Romanos 5:12.

Deus criou Adão à Sua imagem e semelhança, mas Adão caiu e passou a ter filhos segundo a sua própria imagem e semelhança. Todos nós descendemos de Adão e, portanto,quando chegamos à terra, nascemos exatamente iguais a ele: homens naturais. Em outras palavras, todos nós nascemos mortos. Mortos que andam, falam e respiram, mas que não passam de mortos.

A morte espiritual trouxe muitas consequências ao homem, como por exemplo a independência de Deus, a autoconfiança e a escravidão do pecado; contudo, não há dúvida de que uma das mais trágicas consequências da morte espiritual do homem é a perda de sua identidade com o Pai. E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi. Gênesis 3:9-10.

Deus é um ser que se basta em si próprio e, portanto, Ele não precisa de absolutamente nada para subsistir. Ele simplesmente é. Portanto, Deus não criou o homem para que este o ajudasse com alguma coisa aqui na terra, mas Deus o criou com o propósito específico de manter um relacionamento íntimo com ele, como um pai se relaciona com um filho. Entretanto, o pecado fez total separação entre o homem e Deus. Nós não O conhecemos e não podemos entendê-Lo, porque, como portadores de um espírito morto, não temos a menor condição de discernir as coisas d’Aquele que é Espírito.

O homem foi criado para ter relacionamento com Deus, mas ele nasce completamente desconectado de d’Ele. A morte espiritual nos desligou do EU SOU e, por isso, não sabemos mais quem nós somos. O homem natural perdeu completamente a sua identidade e, ainda que ele não perceba isso, essa condição é absolutamente enlouquecedora à sua alma.

Aquele que não sabe quem é, é um homem que sente fome, mas não sabe de quê, e, no intuito de matar essa fome, sai comendo de tudo o que vê pela frente e que esteja ao seu alcance; entretanto, nada parece saciá-lo.

O homem sem identidade apresenta duas características muito peculiares, a saber:

1) A busca incessante pelo prazer.

2) A busca por aceitação, seja dos homens, seja de Deus.

Na sua obstinada busca pelo prazer, o homem tem como real objetivo fugir da angústia que ele sente no mais íntimo do seu ser. Nesse contexto entra tudo aquilo que traz alívio momentâneo à alma aflita do homem morto. Podemos citar como exemplos o álcool, o sexo, as drogas, o dinheiro, os bens materiais e etc. Tudo isso certamente traz prazer ao homem, mas trata-se de um prazer efêmero e momentâneo, que o leva a esquecer da sua aflição por um curto espaço de tempo. Contudo, nada disso pode satisfazê-lo, e, ignorante quanto a esse fato, o homem passa a consumir mais e mais de todas essas coisas, entrando naquilo que chamamos de círculo vicioso.

Salomão foi o rei mais rico e próspero da história de Israel. Nascido em berço de ouro, teve tudo do bom e do melhor enquanto foi príncipe, e teve ainda mais depois que se tornou rei. Experimentou tudo aquilo que o mundo podia lhe oferecer e, não bastasse as suas 700 esposas, arrumou outras 300 concubinas. Ao final da vida, entretanto, depois de ter provado tudo quanto pôde, Salomão chegou à seguinte conclusão: Todo trabalho do homem é para a sua boca; e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite. Eclesiastes 6:7.

A outra característica muito peculiar do homem sem identidade, é a sua constante busca por aceitação e aprovação. Existem muitas formas das quais o homem se utiliza para alcançar tal aceitação e, dentre elas, podemos citar algumas que são as mais comuns, como por exemplo a sua atividade profissional, a graduação acadêmica, o status financeiro e o poder.

Voltando novamente ao exemplo do rei Salomão, temos um homem que foi sábio sobremaneira, e altamente admirado por sua inteligência e distinção acadêmica. Salomão também tinha um status elevadíssimo entre os homens eminentes da terra e exerceu poder como poucos já o exerceram na história da humanidade; entretanto, ao final da vida, depois de ter provado todas essas coisas, ele conclui: Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito. Eclesiastes 1:14 (ACF).

O homem sem identidade não deseja apenas a aceitação por parte dos homens, mas também procura desesperadamente a aceitação por parte de Deus, e ele faz isso por meio da religião, que nada mais é do que a vã tentativa do homem se tornar agradável a Deus. Essa característica religiosa, típica do homem morto, está presente na raça humana desde os tempos de Adão e Eva. Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. Gênesis 3:7.

Essa confecção de cintas de folhas foi o primeiro movimento religioso registrado na história da humanidade, e esse movimento nos mostra, não apenas a busca do homem pela aprovação de Deus, mas nos mostra, principalmente, a nossa total incapacidade em conseguir tal aprovação por meio daquilo que fazemos. É por esse motivo que nós devemos louvar, adorar e agradecer o nosso SENHOR; porque, diante da nossa total impotência, Ele mesmo é que vem ao nosso encontro, trazendo conforto. Fez o SENHOR Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu. Gênesis 3:21. Uma vestimenta de peles é incomparavelmente superior a uma cinta de folhas e tal vestimenta pressupõe a morte de um animal, mais precisamente um cordeiro, o Cordeiro de Deus.

As cintas de folhas de figueira representam tudo aquilo que fazemos com o objetivo de encontrar a nossa identidade, mas a vestimenta de pele representa o Evangelho da graça, onde Deus, conhecendo a nossa fome, nos salva daquilo que de fato é o nosso problema: A morte espiritual. E estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo. Efésios 2:5a.

Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, preenchendo com Seu próprio Espírito o grande vazio existencial que o homem sente na sua essência, conforme a promessa Ele mesmo havia feito por intermédio de Ezequiel. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis. Ezequiel 36:26-27.

O homem sente muita fome, mas não sabe de quê; e nada do que o mundo lhe oferece jamais poderá saciá-lo, porque a sua fome é ESPIRITUAL.Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Salmos 42:1-2a.

Todo homem tem sede de VIDA, mesmo que não o saiba; e a todo homem Jesus diz: Eu sou o caminho, e a verdade, e a VIDA; ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14:6. Jesus veio restabelecer a nossa identidade, tornando filho de Deus todo aquele que crê no seu nome. Conhecer a Deus como um Pai é o que de fato sacia o apetite do homem de uma vez por todas. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede. João 6:35.

O mundo classifica o homem em diversas classes e subclasses, como por exemplo: ricos e pobres, negros e brancos, evangélicos e católicos, homo e heterossexuais, capitalistas e comunistas, e etc. Para Deus, no entanto, existem apenas duas classes de homens, a saber: os vivos e os mortos.

Tanto aqui nessa igreja, quanto em todo o resto do mundo, existem apenas dois tipos de pessoas: Os que estão em Cristo e os que estão mortos; os filhos de Deus e as criaturas famintas que sentem fome, mas não sabem de quê.

Finalizamos o estudo de hoje com uma exortação do SENHOR a todos aqueles que eventualmente ainda estejam com fome: Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência. Deuteronômio 30:19.

Louvado seja o nome do nosso SENHOR Jesus Cristo, o pão da vida que desceu do céu para matar a nossa fome de significado, por meio de quem recuperamos a nossa identidade de filhos amados do Pai. A Ele, portanto, seja dada toda a honra e toda a glória, pelos séculos dos séculos. Amém.

Por Marcio Mizubuti
Categoria Mensagem
Dom, 03 de Dezembro de 2017 07:13

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Última modificação em Ter, 05 de Dezembro de 2017 07:55

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