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‘A CRUZ AINDA FIRME ESTÁ...’

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Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. I Coríntios 2:2.

Uma obra sobrenatural e gloriosa deu início em minha vida a partir do momento em que ouvi a Palavra de Deus através do nosso irmão Pr. Glênio Fonseca Paranaguá pregar em 1987 na Igreja Batista de Vilas Oficinas em Curitiba-Pr. Eu, na ocasião aluno do quarto ano de Teologia, no Seminário Teológico Batista do Paraná.

Eu nasci em 1962 em Apucarana-Pr. filho de Paulo Olak e Anna Olak, aos dois anos de idade com infecção urinário fui levado às pressas para o Hospital das Clínicas em São Paulo, e por lá fiquei 11 meses internado onde o Rim esquerdo foi retirado e com complicações na bexiga fiquei em observação. Em 1969 apendicite aguda me leva novamente para outra cirurgia, em 1983 um desmaio e queda na empresa de transportes FALCÃO fui levado ao Hospital Evangélico de Londrina, e ali pedi ao Senhor a Cura. Se Deus me curasse eu iria Servi-lo em todo tempo. Sai do Hospital no mesmo dia e estive aqui, nesta Igreja procurando o Pr., o qual me recebeu, me ungiu, leu o seguinte texto “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados.” Isaias 53:4-5; e orou por mim. Assim fui para casa crendo na minha cura.

Volto a viver normalmente trabalhando e indo a igreja, pois meus pais sempre foram presentes na denominação batista e nos ensinaram princípios valiosas da Palavra de Deus. Lembro-me com exatidão: foi num culto, era quarta-feira, na Igreja Batista em Jardim América; Pr. Manuel Neto, culto simples normal, mas Deus quis falar comigo e utilizou a voz da Igreja quando adorava ao Senhor dizendo: “Há se eu tivesse mil vozes, para o Brasil encher, com os louvores de Cristo...” Aquele momento era só meu, queria gritar, queria, cantar, queria fazer tudo o que o Senhor tinha planejado para mim.

Depois de várias considerações a decisão chegou através da orientação do líder e então ingressei no referido Seminário, e foram quatro anos de estudos reflexões, palestras, busca pelo Senhor Deus, envolvendo com igrejas até ser convidado pela Congregação de Sarandi-Pr., que era congregação da Igreja Batista de Vila Sete em Maringá-Pr., onde trabalhei durante dois anos.

Durante todo esse processo lindo do nascimento da carne, o envolvimento com a igreja e a Palavra, a cura física através da medicina e também da oração, a busca em agradar a Deus, estudando em uma boa instituição, mas algo estava faltando. Algo que a medicina não me deu, que meus pais não me deram, a denominação Batista não me deu, o Seminário não me deu, Qual o verdadeiro significado dessa verdade: “Já estou pregado a cruz com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim;” Gálatas 2:20a. Eu orava, chorava, clamava, e dizia ao meu Lindo Jesus: eu não quero ser um Pastor que vive no pecado e prega uma libertação que nunca experimentou. E me questionava o que significa isto: “Se, pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” João 8:32. Afinal estou em novembro de 1987 com a formatura marcada, os convites aos familiares e amigos para presenciarem a formatura da turma BACHAREL EM TEOLOGIA. Senhor, um grito sai mais uma vez. Eu não posso dar o que não tenho, ajuda-me.

Um amigo, um convite, uma noite, mais um culto, mais uma igreja, mais um pregador e lá fui eu; à igreja Batista de Vilas Oficinas, Novembro de 1987, preletor Pastor Glênio Fonseca Paranaguá, a Espada do Espirito atinge o meu coração quando o pregador citou “O qual, em esperança, creu contra a esperança que seria feito pai de muitas nações,” Romanos 4:18a. Novamente o Senhor Deus falava comigo, era comigo, pois eu havia dito a Ele que não há esperança, eu não consigo me libertar, eu não consigo me crucificar, eu não tenho mais esperança. Mas disse naquela noite ao meu lindo Jesus, em esperança eu creio contra a esperança, quando nos foi apresentado, a mim pela primeira vez, a minha a nossa atração, morte e ressurreição no corpo daquele maravilhoso, conselheiro, Deus forte, Príncipe da Paz, feito mais sublime do que os céus, Alfa, Ômega, princípio e o fim, O Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, o Leão da Tribo de Judá, aquele que é digno de abrir o livro e através dessa obra meu nome está lá escrito com o dedo de Deus. Estes são os que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro.

Naquela noite fui constrangido pelo amor de Deus, do Filho e do Espírito Santo ao revelar ao meu coração que o Pai “Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5:8; e que o Filho “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que se um morreu por todos, logo, todos morreram.” II Coríntios 5:14; e pela gentileza do Espirito revelando como isso aconteceu “E eu, quando for levantado da terra todos atrairei a mim mesmo.” João 12:32. “Sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.”Romanos 6:6. “E nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;” Efésios 2:6.

E assim, desde 1987 gozo desta obra sobrenatural e gloriosa que Cristo realizou na Cruz. Até aquela noite não tinha a revelação clara do fato que o nascer em pecado, o estar destituído da Glória de Deus, ser escravo do pecado, trazer uma natureza perversa, não me distanciava do Senhor Deus; pois eu O havia aceitado como único e suficiente Salvador, já tinha sido batizado, curado, fazendo um seminário. Tudo parecia estar certo, acabado, resolvido. Porém naquele encontro meus olhos foram abertos para eu ver quem de fato eu era “Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.” I João 3:8, assim pude ver que até então eu era um crente do diabo, um seminarista do diabo, e seria um Pastor do diabo caso a obra da cruz não fosse revelada a mim. Naquele encontro a exposição da Palavra conforme descrita no Salmos 119:130 que diz: “A exposição das tuas palavras dá luz e dá entendimento aos símplices.”, foi esclarecedor a necessidade que eu tinha de morrer. Já havia lido várias vezes o texto de Romanos 6:23 onde diz “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.”, “O salário do pecado é a MORTE”; ainda o texto que diz: “Porque aquele que está morto está justificado do pecado.”Romanos 6:7. “AQUELE QUE ESTÁ MORTO”. Então foi assim que que eu vi pela fé na Palavra de Deus a minha atração e morte juntamente com Jesus, e consequentemente minha ressurreição juntamente com Cristo.

E neste dia posso compartilhar com esta igreja, com meus irmãos e também com aqueles que ainda não tiveram seus olhos abertos para essa tão grande salvação, que: se Deus tivesse outra forma de resgatar o homem fora de Jesus Cristo; Jesus não precisaria ter vindo a este mundo. E, se Deus tivesse outo meio de salvar o homem a não ser pela morte do seu filho na cruz, aquela cruz seria desprezível, e jamais Ele permitiria seu filho morrer na cruz do calvário. No entanto Jesus precisava ter vindo e A CRUZ AINDA FIRME ESTÁ para resgatar, libertar, perdoar, atrair e matar a todos quantos almejam estar crucificados com Cristo e ter a vida abundante de Cristo. “Portanto, pode salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” Hebreus 7:25. Naquela cruz fomos atraídos e morremos juntamente com Jesus, e da sepultura fomos ressuscitados em Cristo Jesus para uma vida abundante.

Hoje vivo em Cascavel com minha esposa Viviane e os dois filhos Giovanna e Mateus; como Pr. Da Comunidade Importa Renascer durante 27 anos. Meu andar esta pautado na Palavra “trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos. E assim, nós que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal.” II Coríntios 4:10-11.

Por Elizeu Olak
Categoria Mensagem
Dom, 20 de Agosto de 2017 08:24

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Última modificação em Ter, 22 de Agosto de 2017 09:09

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