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Art. 9º. ACERCA DO PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS

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Deus é eterno, isto é, não está limitado ao tempo. Deus é onisciente, isto é, nada encontra-se fora do seu eterno conhecimento. Ele não conhece mais hoje do que sempre conheceu. O que é histórico, Ele já sabia, e, a Sua presciência é apenas para nós que vivemos no tempo. Deus é O eternamente Onisciente.

W. Hendriksen observa: “O ato que teve lugar no tempo tinha sua base num ato que ocorreu na eternidade.” Tudo que é histórico foi planejado no “passado” eterno e tudo que Deus fez tem um eterno propósito. Não há incidentes casuais ou acidentes de percurso no projeto eterno de Deus, pois, caso houvesse, ele seria surpreendido por algo que não sabia, e, neste caso, não seria onisciente.

Texto de Robert McCheyne retirado da revista Betel 2010 diz: “E se alguém lhe pergunta: ‘Como tu te atreves, verme vil, a dizer que o Salvador é teu?’, a resposta é esta: ‘Porque eu sou Dele. Ele me escolheu desde antes da fundação do mundo, mesmo que eu nunca O houvesse escolhido; Ele derramou Seu sangue por mim, apesar de eu, por Ele, jamais ter derramado nem uma única lágrima; Ele clamou por mim, apesar de eu nunca ter-me preocupado com Ele; Ele me viu a mim, mesmo quando eu jamais houvesse me preocupado em conhecê-Lo. Ele me amou primeiro; por isso, eu O amo. Ele me escolheu; por isso eu O escolhi para sempre”. (Meu Amado é meu, e eu sou Dele).

(1) Cremos que a eleição é o propósito eterno de Deus, segundo o qual ele misericordiosamente regenera, santifica e salva pecadores; ou seja, pela graça da ação soberana da Trindade os crentes são selecionados em Cristo, nas eras eternas, para a salvação preparada antes da fundação do mundo e da queda do ser humano.

As Escrituras dizem que Deus, o Pai, nos abençoou em Cristo, com todo tipo de bênçãos espirituais, assim como nos escolheu nEle antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele; e em amor nos predestinou para Ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade. Efésios 1:4-5. Esta seleção Divina não pode ser entendida por nós, mas, não pode ser negada, também, porque é inteiramente bíblica.

A Bíblia é clara em dizer que Deus nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos. 2 Timóteo 1:9.

“A soberana eleição de Deus é o molde em que todo o universo está enquadrado. Ponha de lado a gloriosa verdade da eleição incondicional de Deus, e não somente todos os cristãos sairão da igreja como também todas as estrelas cairão do céu e todas as páginas da Bíblia serão tiradas”! Grita J. Blanchard.

(2) que ela, sendo perfeitamente coerente com o “livre arbítrio”do homem, inclui os meios de que Deus se serve para leva-la a efeito; isto é, pela graça do Espírito.

Ninguém é salvo arbitrariamente, mas todos os que forem salvos, pela graça, são escolhidos por Deus. Por isso, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. 2 Tessalonicenses 2:13-14. A escolha Divina é fato e a decisão humana é indispensável.

Deus escolheu o patriarca Abraão, para que, através de sua semente, isto é, o Cristo, a bênção da redenção fosse concedida a todas as famílias da terra sem distinção, mas, por livre decisão pessoal. Assim, Deus, através do Seu povo escolhido e do Seu Filho eleito, cria as condições de concretizar a eleição da graça em favor de todas as nações. Os gentios, ouvindo isto, regozijavam-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna. Atos 13:48.

Nenhum crente em sã consciência pode negar que é Deus quem escolhe o Seu povo, uma vez que a Bíblia é clara. Pode, sim, dizer que não sabe como isto acontece. Vejamos como o apóstolo Pedro viu isto: expôs Simão como Deus, primeiramente, visitou os gentios, a fim de constituir dentre eles um povo para o seu nome. Atos 15:14. Aqui está claro que Deus constituiu, entre os gentios, um povo para si.

(3) que é uma manifestação por excelência gloriosa da soberana bondade de Deus, sendo infinitamente livre, sabia, santa e imutável; uma vez que Deus é quem se encontra por trás da escolha, não há como acusá-lo de injustiça. “A doutrina da eleição não... existe em um vácuo. Ela precisa ser vista no contexto da soberania divina, da depravação do homem e da entrega da fé,” afirmava Donald MacLeod.

O profeta Jeremias disse: De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí. Jeremias 31:3. O profeta está falado ao povo de Deus, que goza de um amor eterno e é atraído através de Sua benignidade irresistível, pois, como diz o apóstolo Paulo é a benignidade ou bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento. (Romanos 2:4).

A. W. Pink disse que “O Espírito Santo faz algo mais em cada um dos eleitos de Deus do que faz nos não-eleitos. Ele opera neles ‘tanto o querer como o realizar segundo a sua boa vontade”. Isto significa que os meios da graça são usados pelo Espírito Santo para levar aqueles que hão de crer, a crerem. A fé é um dom da graça.

Ninguém pode crer sem o pleno e cabal convencimento do Espírito Santo e sem regeneração pela graça. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas. Tiago 1:18.

(4) que ela exclui totalmente a jactância, e promove humildade, amor, oração, louvor, confiança em Deus, e uma imitação ativa da sua misericórdia; a salvação não é uma medida precária, nem se baseia no que nós fazemos, mas no que Cristo fez em nosso favor deste a eternidade, pois Ele foi imolado antes da fundação do mundo.

Ninguém pode se orgulhar por ter nascido em uma determinada família ilustre ou nobre, porque isto não dependeu de sua escolha. Ninguém pode se vangloriar de ter sido regenerado, pois a sua decisão em receber a Cristo foi precedida de uma operação Divina que vem desde as eras eternas. Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido? 1 Coríntios 4:7.

Veja na versão da Bíblia A Mensagem como fica a questão da escolha Divina: Lembrem-se de quem vocês eram quando foram chamados para esta vida. Não vejo entre vocês muitos representantes da elite intelectual, nem cidadãos influentes, nem muitas famílias da alta sociedade. Não é óbvio que Deus, deliberadamente, escolheu homens e mulheres que a sociedade despreza, explora e abusa? Não é óbvio que ele escolheu gente do tipo “zé-ninguém” para desmascarar as pretensões vãs dos que se julgam importantes? Fique claro que nenhum de vocês pode contar vantagens diante de Deus. Tudo que temos — cabeça no lugar, vida correta, pecados perdoados e novo início — vem de Deus, por meio de Jesus Cristo. Daí o ditado: “Se alguém se orgulha, que se orgulhe por causa de Deus”. 1 Coríntios. 1:26-29.

(5) que ela nos estimula a empregar todos os meios ao nosso alcance para realizar os nossos propósitos; ou seja, os eleitos não são passivos. Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. 2 Pedro 1:10.

Deus nunca salvou espectadores, mas ressuscita mortos, que respondam com responsabilidade a vocação celestial. O chamado Divino requer a reação humana. Por esta razão, tudo suporto por causa dos eleitos, para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória. 2 Timóteo 2:10.

(6) que ela pode ser conhecida pelos seus efeitos naqueles que verdadeiramente creem no evangelho; reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição, porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós e por amor de vós. 1 Tessalonicenses 1:4-5.

O bispo J. C. Ryle disse: “A Bíblia fala de eleição por meio da santificação e de predestinação à conformidade com a imagem do Filho de Deus. Se faltarem esses ingredientes, é perda de tempo falar em eleição.” As maiores dificuldades que temos com este assunto são: primeiro, a nossa real compreensão do que significa o assunto, segundo, a nossa falta de identificação com a santidade do Espírito.

(7) que é a base da nossa confiança; Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou. Romanos 8:29-30.

A Bíblia é muito incisiva com esta pergunta: Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Romanos 8:33. E a prova da justificação é a santificação do crente. O povo de Deus é justificado pela morte de Jesus, na cruz, e santificado pela vida ressurrecta de Cristo, no homem interior.

O apóstolo Paulo explicando a posição dos israelitas segundo os planos eternos de Deus, diz o seguinte: quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Romanos. 11:28-29.

(8) e que em relação a nós mesmos devemos procurar com diligencia fazer cada vez mais firme a nossa vocação e eleição; preparadas nos tempos eterno dentro da prefeita onisciência divina; por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 2 Pedro 1:10-11.

Cremos que a salvação dos pecadores, em Cristo Jesus, é um plano perfeito da Trindade, encetado do passado das eras eternas e concretizado na história, pela obra de Cristo, para um propósito eterno. E como o apóstolo Paulo podemos dizer: Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:12-14.

Terminamos com este pensamento de J. A. Motyer, que bem expressa todos os nossos argumentos: “O plano de Deus para a salvação não é uma decisão para remediar uma situação (histórica); ele antecede a obra da criação.” Aleluia! Amém!

Por Glenio Fonseca Paranaguá
Categoria Mensagem
Dom, 25 de Junho de 2017 08:48

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Última modificação em Ter, 27 de Junho de 2017 08:15

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