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“SOB NOVA DIREÇÃO”

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Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...

Gênesis 1:26a.

Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Gênesis1:27.

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Esta foi a decisão soberana doCriador. Esta é uma das declarações mais surpreendentes das Escrituras. A humanidade do homem foi inspirada no próprio Deus.

Contudo, Ele foi mais longe. A obra foi completa! A nossa semelhança com o Criador, não se resumiria apenas na imagem, na aparência, mas, também nas virtudes, na ética, no jeito de ser que vemos no Filho de Deus encarnado. O ser humano, em razão da natureza da sua criação, foi chamado a relacionar-se em amor, com Deus e com toda criação, tendo como ponto de partida, o nosso relacionamento vertical, com o Pai.

Como já sabemos, pela revelação da Bíblia, a queda se deu no momento em que o homem passou a suspeitar e a não mais confiar na bondade de Deus. A maldade e a malícia entraram no mundo com o pecado, e, juntamente com o pecado, a corrupção da boa criação de Deus – Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Gênesis.1:31.a.

Então, vivendo debaixo do jugo da desobediência, houve uma mudança de senhorio, o homem passou a caminhar “sob nova direção”, a ponto de Jesus dizer: - ..Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. João 8:34.

Na condição de escravo, o comportamento do homem não é outro, senão o de viver sob acusações mútuas, matando um ao outro, travando disputas e competições, sempre na tentativa de obter poder e ocupar posições de “destaque” perante os seus semelhantes. A semelhança com o Criador foi esquecida e passou-se a almejar a semelhança, a identificação com outro pecador. Essa história teve, então, em Caim, o seu primeiro protagonista.

David Kuykendall – profundo estudioso sobre a nossa Identificação com Cristo - em sua festejada obra: Da semelhança de Caim à semelhança de Cristo, faz uma análise importante sobre a vida de Caim, o qual ele conceituou como: “protótipo do que o Novo Testamento chama de nosso “velho homem”. E continua: “Por que Caim é importante? A resposta a esta pergunta pode estar no fato de que Caim foi a primeira pessoa a herdar a natureza pecaminosa de Adão – e aparentemente ela não foi mudada.” Em outras palavras, o autor nos chama a atenção para verificarmos “em que” uma vida se transforma, quando permanece sem ser redimida e mudada pela graça de Deus. “Caim era o primogênito de Adão e por isso foi a primeira pessoa a receber, por nascimento natural, a natureza pecaminosa com que Adão infectou a raça humana.” Diz Kuykendall.

Caim e todos nós, descendentes de Adão, herdamos essa natureza pecaminosa e assim, nos tornamos pecadores. Porque a raça humana é uma unidade em Adão e, porque a fonte geradora de pecados não nos permite produzir outra coisa. Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Romanos 5:12.

O velho homem é o espirito humano escravizado pelo pecado. Estávamos mortos em transgressões e pecados. Mas não estamos mais. Éramos filhos da desobediência. Mas não somos mais. Porque assim diz a Bíblia: – estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou com Cristo (pela graça sois salvos). Efésios 2:5. E por que não estamos mais mortos e nem somos mais filhos da desobediência? Porque Deus crucificou o velho homem e nos deu-nos vida. – e nos ressuscitou com ele, fazendo-nos assentar nas regiões celestiais, em Cristo Jesus. Efésios 2:6.

Pode ser até, que alguém, sem a graça de Deus – mediante subordinação, e não submissão - tenha comportamentos aceitáveis e éticos diante de homens, moldado pelo mérito e pelo esforço, mostrando externamente um comportamento incompatível com o seu interior, ou seja, o defeito está na motivação. Temos na Bíblia o exemplo de Jó: Então disse o Senhor a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Não há ninguém na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal. Jó 1:8. Porém Jó não tinha uma experiência de intimidade com o Senhor.

A motivação errada seria: - “Eu preciso ser aceito pelos meus semelhantes humanos a qualquer custo”. Assim, despreza-se a verdade de que já fomos aceitos e libertos, desde a fundação do mundo pelo próprio Criador, que nos fez à Sua imagem e semelhança e nos aceitou em Seu Filho Jesus Cristo, e aceita-se as mentiras e a escravidão do pecado que o mundo oferece.

Em nosso último estudo, falamos sobre a unidade e a nossa identidade. Também destacamos, e repetimos, uma preciosa reflexão que se encontra no livro: “O Segredo de Deus para a Felicidade”, onde a autora Hannah W. Smith,que, falando da união divina e a nossa identificação com Cristo, assim escreve:

“O curso normal da experiência cristã é retratada na história dos discípulos.Primeiro,eles foram despertados para enxergar a condição em que estavam e sua necessidade e chegaram a Cristo e lhe dedicaram a sua lealdade. Em seguida, seguiram-no, trabalharam para Ele, creram Nele. Contudo, como eram diferentes dele! Eles estavam constantemente querendo sobrepor-se um ao outro, fugindo da cruz. Sempre entendiam mal a missão e as palavras de Cristo e abandonavam seu Senhor na hora do perigo. Mas ainda assim, foram enviados a pregar, foram reconhecidos por Jesus como seus discípulos e receberam poder para trabalhar para Ele. Eles conheciam a Cristo somente “segundo a carne”, fora deles, o Senhor e Mestre, mas não ainda como a Vida deles.

O relacionamento dos discípulos com Jesus, apesar de existir, era distante, superficial e de subordinação.

Então chegou o Pentecostes e esses discípulos vieram a conhecê-lo como lhe foi revelado interiormente, como um com Ele em verdadeira união, a própria Vida habitando neles. Desse dia em diante, Ele passou a ser Cristo neles, operando neles “tanto o querer quanto o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2:13), libertando-os pela lei do Espirito de Cristo dos grilhões da lei do pecado e da morte que os prendiam. Entre os discípulos e Ele não mais houve guerra de vontades e choques de interesses. Uma só vontade os animava, e essa era a vontade de Cristo. Um só interesse lhes era caro, e era o interesse dele. Eles se tornaram um com Ele.

Antes era eu e não Cristo; depois era eu e Cristo; talvez agora, até seja Cristo e eu; mas já chegou a ser Cristo somente, e não mais eu?”

Vejam que é mudança radical. É vida transformada. É regeneração. É substituição. É novo nascimento.O que vale dizer: Deixa de ser subordinação, por algo que vai se ganhar, para ser submissão, por algo que já lhe foi dado. A mesma submissão que Jesus nos ensinou ao dizer um pouco antes da crucificação: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, mas sim a tua. Lucas 22:42.

Falando sobre submissão à vontade de Deus, o apóstolo Paulo, em 1 Tessalonicenses 5:14-18 assim escreve: Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.

Nesse momento, estamos estudando no grupo de homens o livro intitulado: “O Resto do Evangelho”, escrito por Dan Stone e David Gregory. Nessa mesma linha da nossa identificação com Cristo, os autores dizem: “Havia conhecido Cristo para mim e Cristo comigo. Cheguei a experimentar o conceito de que Cristo vive em mim, mas não como eu de mim, expressando Sua vida por meio de mim; pelo contrário, via Cristo em mim para me ajudar a me tornar alguém. Para me transformar em algo. Assim, cheguei ao fim.”

Ter um relacionamento superficial e distante com Cristo, como Jó tinha com Deus antes de chegar ao fim de si mesmo, não nos leva à submissão. Jó passou por um “tsunami” em sua vida para se arrepender, conhecer, ganhar intimidade e finalmente se render ao amor de Deus, confessando: Com os ouvidos eu ouvia falar de ti, mas agora te veem os meus olhos. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza. Jó 42:5-6.

Essa convicção sobre quem era ele e quem era Deus, fez com que Jó deixasse de se identificar consigo mesmo - pecador, e passasse a se identificar com o Senhor. A partir daí, a vida de Jó foi transformada por Deus, que abençoou a sua vida, mudando a sorte de Jó, dando a ele o dobro de tudo o que antes possuíra. Jó 42:10.

Dan Stone escreve que: “Existem duas perguntas básicas na vida: como consigo ter meus pecados perdoados, e, como viver a verdadeira vida?” E, na continuação, ele mesmo responde dizendo: “Não podemos! Só Ele (Cristo) pode e vai. Ele viverá Sua vida em nós, como nós mesmos.”

Sabemos disto, porque está escrito que Cristo morreu pelos nossos pecados(1a.Co.15:3) e nos deu vida quando estávamos mortos (Ef.2:1) ao nos atrair em Seu corpo na morte e nos fazer ressurgir juntamente com Ele, na Sua ressurreição, pela fé (Rm.6:6). Também está escrito que Ele nos redimiu (Ef.1:7-8) e nos libertou e que o pecado não exerce mais poder algum sobre nós. (Gl.5:1).

Em oração, peça a revelação do Espirito Santo de Deus para lhe mostrar “quem” você é. É semelhante a Caim, ou semelhante a Cristo? Está arraigado neste mundo, ou busca as coisas lá do alto, onde Cristo vive?

Ao tomarmos posse dessas verdades reveladas nas Escrituras, crendo que o nosso velho homem foi com Cristo crucificado, deixamos de ser submissos ao pecado e passamos a ser submissos a Cristo.

Aí então agora, realmente “sob nova direção”- a direção e o senhorio de Cristo, podemos confessar com todas as letras: “Não mais eu, mas Cristo” - Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo, e estando prontos para punir toda desobediência, uma vez completa a vossa submissão. 2Coríntios 10:3-6. Amém!

Mario Rocha Filho

Por Mario Rocha Filho
Categoria Mensagem
Dom, 11 de Setembro de 2016 11:57

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Última modificação em Ter, 13 de Setembro de 2016 08:17

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