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A PATERNIDADE DE DEUS, A NOSSA SEGURANÇA

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Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Romanos 8:14.

O que sustenta a sua vida? O que o mantém de pé? Será o fato de haver crescido dentro de uma tradição familiar, acreditar em alguma doutrina ou filosofia, depender de pessoas ou de circunstâncias deste mundo, possuir autoconhecimento, remédios? Onde você está fundamentado? Qual o seu alicerce vital? Talvez você responda rapidamente que é Cristo. Amém por isso. Mas precisamos refletir e meditar mais profundamente neste ponto.

O próprio Jesus também disse: Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade. Mateus 7:21-23. O que Jesus está dizendo é que você pode enganar-se dolorosamente e sinceramente imaginar que está andando pela estrada certa, quando não está.

O que definitivamente vai nos sustentar nesta era e na vindoura é a firme convicção e a absoluta certeza da nossa salvação. Você tem certeza da sua? O que lhe traz essa certeza? Apenas a fé na obra redentora de Cristo pode fazer isso. Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus. Romanos 3:21-24. A convicção e a certeza da salvação não estão relacionados a qualquer tipo de sentimento ou de emoção, mas de fé no que Cristo fez. E o que Cristo fez é um fato objetivo.

Mas o que é fé, afinal de contas? Será apenas convencer-se intelectualmente de alguma coisa? Três elementos precisam estar presentes para que haja fé verdadeira: o primeiro é o conhecimento da Palavra de Deus (Romanos 10:17). O segundo é o assentimento intelectual, em crer que as Escrituras são de fato a Palavra de Deus (2a. Timóteo 3:16a). E o terceiro é a confiança na Palavra de Deus, ou seja, em abandonar-se ou render-se a ela, por meio da obediência. Sem esses elementos, não há fé. Por isso, então, que a incredulidade é um dos nossos maiores inimigos.

Simplesmente acreditar num certo número de proposições não é fé. E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus. Mateus 21:28-31.

O Dr. Martyn Lloyd Jones assim escreveu: o pecado original do homem não consistiu em um assassinato nem em adultério. O homem parou de ouvir a voz de Deus. Se pecado é desobediência, o que é certo? A obediência. Se pecado é a recusa em ouvir a voz de Deus, o que é certo? Ouvir a voz de Deus. E é exatamente para fazer isso que o evangelho nos chama: para a obediência da fé. Obedecer ao evangelho significa crer nele, aceitá-lo e submeter-se a ele.

A questão é que nem tudo são flores. Pelo contrário, vivemos sim dias maus, tempos difíceis. A malignidade tomou conta deste mundo perverso. Os relacionamentos estão esfriados, não há amor nem misericórdia entre as pessoas. O homem está atrás de prazeres e paixões. O inimigo anda ao nosso derredor querendo nos destruir. E Satanás é ardiloso. Para atingir seu objetivo deletério de matar, roubar e destruir, ele distorce a Palavra de Deus e gera dúvida em nosso coração. Foi assim no Éden, com Adão e Eva, e no deserto, com Jesus.

Precisamos estar seguros acerca da nossa salvação para não sucumbir às astutas ciladas do diabo. A dúvida procede dele, que é o mais interessado em causar insegurança e incerteza. Nosso ponto fraco é a carne. Ainda existe um remanescente de pecado em nosso corpo mortal (Romanos 6:12 e 1a. Coríntios 15:53). Por isso mesmo, Satanás trabalha incessantemente para fazer você crer que não é salvo ou, então, fazê-lo crer num sofisma.

E duas são as armadilhas de Satanás. A primeira, de que você é salvo por meio das obras e não da obra de Cristo. A segunda, de que você, sendo salvo pela graça, pode continuar vivendo na prática do pecado. Duas mentiras malignas.

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Efésios 2:8-9. Portanto, nosso bom ou mau comportamento não irá nos justificar diante de Deus. Mas, sim, o que Cristo fez, atraindo-nos em sua morte e ressurreição. E isto é pura graça de Deus. É uma realidade objetiva, na qual cremos, por meio da fé, de maneira subjetiva.

Não somos salvos pelas obras, mas aquele que tem a vida de Cristo manifesta exteriormente a vida nova que existe dentro dele, uma vida transformada. As boas obras não são a causa, mas o efeito de quem já foi salvo. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. Efésios 2:10.

Por outro lado, uma vez salvos pela graça de Deus, não devemos permanecer no pecado para que a graça seja abundante, pois isso seria libertinagem (Judas 1:4), uma contradição. Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Romanos 6:2b.

Algumas pessoas acreditam que, se a salvação é pela graça, podem continuar vivendo na prática do pecado. A questão é: que experiência de salvação é essa? Não nos compete julgar quem quer que seja, mas sim fazermos uma reflexão acerca da nossa real experiência de salvação. Não podemos viver na ilusão de uma pseudo salvação.

Precisamos, por isso, conhecer a verdade, pois somente ela pode nos libertar, verdadeiramente, do engano em que, eventualmente, podemos estar vivendo. Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus. Mateus 22:29. Jesus fez essa afirmação aos saduceus que o questionaram. Eles eram religiosos da época e tinham um entendimento equivocado das Escrituras. O próprio Jesus também disse a um outro grupo de religiosos, os fariseus, que se orgulhavam da observância externa dos ritos e formas de piedade: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. João 8:12. Fora de Cristo, estamos todos em trevas e perdidos. Somente a luz pode nos tirar dessa escuridão, trazendo-nos vida verdadeira. E essa vida verdadeira é uma vida de liberdade, que somente Cristo pode nos dar: e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:32-36.

A consequência irrefutável da salvação é que nos tornamos participantes da família de Deus. A salvação em Cristo Jesus nos torna herdeiros de Deus, co-herdeiros com Cristo. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Romanos 8:16. Portanto, sendo filhos, sabemos que temos um Pai, Abba. E como tal, Ele nos guia, através do Espírito Santo. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Romanos 8:14. E somos filhos não porque nascemos biologicamente de Deus, mas porque fomos por Ele adotados. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. Romanos 8:15. Essa é a prova da salvação: a paternidade de Deus e a direção do Espírito sobre a vida do cristão.

Deus não nos salvou para termos uma vida de independência dEle, pelo contrário. Deus sempre soube que o problema está exatamente nisso. O homem natural já é independente de Deus. O problema é que ele também é escravo do pecado e de suas próprias paixões. Fomos salvos exatamente para nos tornarmos livres da escravidão do pecado, e isso somente acontece em nossa vida quando somos dependentes de Deus e a partir de um relacionamento íntimo de Pai e filho.

Como Pai que é, Deus não quer que seus filhos vivam no pecado, e muito menos na prática do pecado. Mas que, como filhos, tenhamos uma vida santa, assim como é santo aquele que vive em nós. Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus. 2Coríntios 7:1.

E não há a menor chance de vivermos uma vida de santidade sem a presença do Espírito de Deus, sem o seu patrocínio. Se você não é guiado pelo Espírito de Deus, então você não é filho de Deus. Porque ser guiado pelo Espirito diz respeito, não somente a alguns cristãos, mas a todos os cristãos. A prova de que somos salvos é a nossa filiação divina. E podemos estar seguros de que somos filhos de Deus se somos guiados pelo Espírito de Deus. Quem é o seu guia?

O Espírito Santo sempre irá nos guiar pelas Escrituras e a uma vida de santidade, porque o pecado faz separação entre nós e Deus. Como Pai, Deus quer filhos obedientes. Se me amais, guardareis os meus mandamentos. João 14:15. Achar que o pecado é inofensivo, deixando-o nos seduzir, é engano e ilusão. O amor de Deus assim se manifesta: Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos, porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. 1João 5:3-4.

O que sustenta nossa vida é a certeza da salvação em Cristo. A prova de que somos salvos é que somos herdeiros de Deus, filhos de Abba, guiados pelo Espírito Santo, para obediência da Palavra por meio da fé.

Fernando Eduardo Prison.

Por Fernando Prison
Categoria Mensagem
Dom, 21 de Agosto de 2016 08:25

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Última modificação em Ter, 23 de Agosto de 2016 08:18

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